O Protagonista Complicado: Danos do Percevejo Marrom e a Mancha Púrpura

Enquanto o clima favorece o enchimento de grãos, a lavoura de soja enfrenta um “protagonista bastante complicado” na fase final do ciclo: o percevejo marrom (Euschistus heros). A presença deste inseto vai além do simples consumo da planta, representando uma ameaça dupla à rentabilidade do produtor através de danos diretos e indiretos. A Dinâmica do Dano: Sucção e Infecção O prejuízo direto ocorre no momento em que o percevejo introduz seu aparelho bucal nas vagens para sugar os nutrientes dos grãos, o que impacta o peso e a qualidade da colheita. Contudo, é o dano indireto que gera um efeito cascata preocupante. O processo de sucção cria lesões físicas nos grãos, abrindo “portas de entrada” para patógenos que estão presentes no ambiente. Impacto na Produção de Sementes O principal patógeno associado a esse ataque é o fungo Cercospora kikuchii, causador da Mancha Púrpura. A incidência desta doença é particularmente devastadora para a produção de sementes, pois a infecção pode inviabilizar o uso dos grãos para o plantio futuro. Isso frequentemente resulta no descarte de grandes volumes de produção que não atendem aos padrões de qualidade exigidos. Dada a severidade destes danos, o monitoramento não deve cessar com a proximidade da colheita. É essencial vigiar a presença destes insetos no sistema de produção continuamente para evitar que se tornem um problema recorrente que comprometa a produtividade safra após safra.
A Ameaça Silenciosa: O Complexo Spodoptera e o Risco da “Ponte Verde”

No contexto do manejo fitossanitário da soja, um subtópico que tem gerado grande preocupação entre os agricultores é a explosão populacional de lagartas do complexo Spodoptera. Diferente de outras pragas de fácil manejo, este grupo apresenta características comportamentais e fisiológicas que dificultam o controle e ameaçam diretamente a rentabilidade da lavoura. Comportamento e Danos A grande dificuldade no combate a essas lagartas reside em sua tolerância a diversos ingredientes ativos, tanto os de ação de contato quanto os de ingestão. Além da resistência química, elas utilizam o próprio ambiente a seu favor: alojam-se nas estruturas do caule, protegidas pelo dossel das plantas, e atacam quando as condições são propícias. O prejuízo é direto e severo, pois seu hábito alimentar foca justamente nas estruturas reprodutivas da planta, alimentando-se de flores e vagens, o que impacta imediatamente a produtividade final. A Importância do Manejo na Entressafra O controle dessa praga não deve se limitar ao ciclo atual da soja. É fundamental realizar o manejo antes do plantio da cultura subsequente para evitar a chamada “ponte verde”. Se as lagartas não forem controladas agora, elas criarão uma pressão muito maior sobre a fase inicial da próxima lavoura. Como o bom estabelecimento da cultura define o sucesso de todo o ciclo, negligenciar esse controle final valida o ditado agronômico de que “o que começa mal, termina mal”. Portanto, o manejo fitossanitário deve ser encarado como uma prática totalmente preventiva e contínua.
Desafios do Fechamento da Soja em 2026

À medida que a safra de soja se encaminha para o seu fechamento, o produtor se depara com um cenário de condições climáticas favoráveis, com boa disponibilidade de umidade e sol, ideais para a fotossíntese e o enchimento de grãos. No entanto, esta fase final exige atenção redobrada devido a complexas alterações fisiológicas na planta e à pressão de pragas e doenças. Equilíbrio Fisiológico e Vulnerabilidade Neste estágio, a demanda da planta por nutrientes como Potássio, Magnésio e Zinco aumenta consideravelmente. Fisiologicamente, a soja precisa equilibrar seus recursos entre a defesa e a geração de grãos. Ao ser preparada para atingir seu potencial produtivo máximo, as estruturas celulares da planta se expandem e a parede celular torna-se mais tenra. Ironicamente, isso facilita a penetração de fungos, favorecendo o estabelecimento das chamadas Doenças de Final de Ciclo (DFC’s). O Desafio das Pragas: Lagartas e Percevejos O manejo fitossanitário deve ser totalmente preventivo, visto que a cultura enfrenta ataques severos de insetos nesta fase. 1. Complexo Spodoptera: Há uma recente explosão populacional destas lagartas, que apresentam difícil controle e tolerância a vários ingredientes ativos. Elas se alojam no caule para proteção e se alimentam de flores e vagens, causando prejuízo direto à produtividade. O controle deve ocorrer antes do plantio da próxima cultura para evitar a “ponte verde”, pois o sucesso da lavoura depende de um bom começo. 2. Percevejo Marrom (Euschistus heros): Este inseto causa danos diretos ao sugar nutrientes e indiretos ao abrir portas para patógenos, principalmente a Cercospora kikuchii (causadora da Mancha Púrpura). Essa doença pode inviabilizar grandes volumes de grãos para uso como sementes. Conclusão Para garantir a produtividade, é essencial monitorar a lavoura em todos os estádios até a colheita e até mesmo depois dela, vigiando a presença desses insetos no sistema de produção. O manejo fitossanitário eficiente deve sempre considerar as boas práticas agronômicas para evitar que problemas recorrentes comprometam o rendimento final.
Soja Brasil 2025/26 pode ser recorde: o que muda na estratégia de produção e comercialização | Assistec Agrícola

Soja | Brasil | Safra 2025/26 | Cenário e Estratégia Soja 25/26 segue favorável e pode ser recorde: quem organiza antes, vende melhor e protege margem Projeção de safra cheia é boa notícia, mas também é aviso: volume grande exige planejamento de armazenagem, disciplina de custo e estratégia comercial. No campo, o objetivo segue o mesmo: executar bem para transformar potencial em produtividade colhida. Atualizado em: 19/01/2026 Leitura: 4–6 min O tamanho do cenário: mais área, mais produtividade, mais volume A projeção aponta produção de 179,28 milhões de toneladas de soja em 2025/26, alta de 4,3% sobre a safra anterior (171,84 milhões). A área estimada sobe para 48,33 milhões de hectares (vs. 47,64 milhões) e a produtividade média projetada passa de 3.625 kg/ha para 3.728 kg/ha. Ponto de atenção: houve relato de problemas climáticos no Nordeste (chuvas irregulares e temperaturas elevadas), mas com impacto nacional considerado limitado. Mesmo assim, a leitura regional importa na tomada de decisão. Quando a safra é grande, o risco muda de lugar Recomendações práticas da Assistec (campo + gestão) 1) Feche o “mapa de custos” por ambiente Separe áreas de alta e média resposta. O mesmo pacote para toda a fazenda tende a desperdiçar insumo onde o teto é menor e limitar resultado onde o teto é maior. 2) Agricultura de precisão para “parar de adubar no escuro” Use amostragem bem feita, mapas de fertilidade e decisão por talhão para correção e taxa variável. É assim que se protege margem sem reduzir eficiência. 3) Regra de venda e execução logística Em safra cheia, combine estratégia de comercialização com capacidade de armazenagem e janela de colheita. Venda sem fluxo e sem logística vira custo oculto. 4) Sanidade e estabilidade: produtividade é “sustentada” O que sustenta produtividade é planta estável: raiz, nutrição, controle de pragas e doenças no timing certo e monitoramento contínuo em momentos críticos. Safra grande premia quem tem método: leitura de ambiente, planejamento e execução. A Assistec atua com técnica aplicada e agilidade no campo para transformar potencial em resultado colhido. Perguntas frequentes Safra recorde significa preço ruim automaticamente? Não necessariamente. Mas aumenta a importância de estratégia de venda, fluxo e armazenagem para evitar decisões “no aperto”. Qual o primeiro passo para proteger margem em ano de volume alto? Ter leitura por ambiente (talhão) e organizar custo e insumos com antecedência, alinhando isso ao plano de colheita e entrega. Fonte: Canal Rural (Soja Brasil) com dados de Safras & Mercado. Publicado em 19/01/2026.
Milho safrinha 2026: incerteza de clima e tecnologia amplia variação de área e produção | Assistec Agrícola

Milho | Segunda Safra 2026 | Planejamento e Manejo Safrinha 2026: quando o cenário está aberto, a decisão de tecnologia precisa ser estratégica A segunda safra de milho começa com plantio ainda incipiente nas principais regiões e com um ponto central: o mercado tenta precificar o que ainda não está definido. Na prática, o produtor precisa equilibrar janela, pacote tecnológico e risco climático. Atualizado em: 19/01/2026 Leitura: 5–7 min O que o mercado está dizendo com números As projeções do momento trabalham com intervalo amplo: 17,7 a 18,5 milhões de hectares e uma produção que pode variar entre 101,94 e 117,6 milhões de toneladas. Por trás disso: janela de plantio pressionada pela soja, clima ainda incerto e sinal de tecnologia “média” em parte das áreas, em função de um mercado mais calmo. Conab e consultorias: onde estão as diferenças As referências oficiais e privadas não divergem por “achismo”, mas por premissas diferentes de produtividade, janela e tecnologia. A Conab manteve em janeiro projeção de 18,092 milhões ha e 110,461 milhões t. Já consultorias privadas variam o cenário conforme região e risco. Instituição Área (mi ha) Produção (mi t) Leitura prática Conab (jan/26) 18,092 110,461 Projeção estável; assume execução e clima dentro do esperado. StoneX 17,742 105,816 Cenário mais conservador de produção. Céleres 18,8 117,6 Área maior; produção alta depende de clima e boa janela. Pátria Agronegócios 17,59 101,94 Cenário mais defensivo, com queda relevante vs. ano anterior. Consultorias (faixa geral) 17,7–18,5 101,94–117,6 Amplitude reflete risco climático + nível de investimento no pacote. Recomendações técnicas da Assistec para a safrinha (sem romantizar risco) 1) Janela manda mais que intenção Ajuste estratégia por talhão: áreas que entram cedo aceitam mais teto produtivo; áreas tardias pedem híbridos mais seguros e manejo mais conservador. 2) Tecnologia “média” exige precisão Se a estratégia for reduzir investimento, compense com execução: população bem definida, uniformidade de deposição, adubação coerente com análise de solo e correções bem feitas. 3) Nitrogênio e enxofre: sem “chute” Planeje dose e parcelamento considerando histórico do ambiente e expectativa realista de produtividade. Aplicação no timing certo vale mais que “dose bonita” fora de hora. 4) Proteção: pragas e sanidade sob vigilância Intensifique monitoramento em fase inicial e vegetativa: reduzir falha de estande e proteger área cedo é o que mantém potencial produtivo quando o clima “aperta”. Em cenário incerto, não vence quem “aposta alto”, vence quem decide com base em ambiente, janela e execução. A Assistec trabalha com leitura técnica do talhão e disciplina operacional para transformar risco em plano. Perguntas frequentes Por que as estimativas de produção variam tanto? Porque o que define a safrinha é janela + clima + nível de tecnologia. Mude uma dessas premissas e a projeção muda junto. Qual é o erro mais comum no planejamento da safrinha? Definir pacote “padrão” para toda a fazenda. Safrinha exige estratégia por ambiente e por data de plantio. Fonte: Notícias Agrícolas. Publicado em 19/01/2026. Dados citados incluem Conab e consultorias (StoneX, Céleres, Pátria e Brandalizze).
Colheita de soja 25/26 avança em Mato Grosso: quando a operação acelera, o detalhe define o lucro

Mato Grosso dá o tom da colheita no Brasil e, conforme o ritmo ganha corpo, cresce também a pressão sobre logística, armazenagem e qualidade do grão. É a fase em que regulagem, controle de perdas e disciplina de umidade deixam de ser “capricho” e viram margem. Atualizado em: 19/01/2026 Leitura: 4–6 min O que o número indica (e por que ele importa) A colheita de soja 2025/26 em Mato Grosso alcançou 6,69% da área, com avanço semanal de 4,71 pontos percentuais. O ritmo está acima do registrado no mesmo período de 2025 (1,41%) e também supera a média de cinco anos para a data (2,32%). Leitura prática: quando MT acelera, o mercado sente pressão de oferta e a fazenda sente pressão de operação. É aí que perdas na plataforma, impureza e umidade “comem” resultado sem pedir licença. Risco real nesta fase: perdas + descontos + gargalo de fila Recomendações técnicas da Assistec (checklist de execução) 1) Perdas: medir antes de “achar” Faça aferição de perdas (plataforma e sistema de trilha) em pontos representativos. Ajuste por talhão: mesma cultivar em ambientes diferentes pode pedir regulagem diferente. 2) Umidade e ritmo de colheita Defina faixa operacional e disciplina de tomada de decisão (parar, voltar, retomar). Grão fora do ponto aumenta dano mecânico e desconto. 3) Logística: fila custa caro Alinhe transbordo e transporte com capacidade de recebimento. Melhor “sobrar” caminhão do que parar colhedora em dia bom. 4) Mapas de colheita: dado vira decisão Calibre monitor e use mapas para fechar a safra por ambiente de produção. Isso organiza correção de solo, taxa variável e estratégia do próximo ciclo. Na Assistec, a colheita não é “fim da safra”. É a etapa que confirma (ou desmonta) o resultado. E resultado se protege com método, medição e execução disciplinada. Perguntas frequentes Como saber se minha perda está alta? Medindo no campo por amostragem e separando perda de plataforma e de trilha. Sem número, é opinião. Vale ajustar regulagem por talhão? Sim. Umidade, porte, acamamento e variabilidade do talhão alteram o comportamento da colheita. Fonte: Notícias Agrícolas (Reuters) e Imea. Publicado em 16/01/2026.
Preparo do solo em profundidade variável: economia de combustível e ganho operacional | Assistec Agrícola

ASSISTEC AGRÍCOLA • Manejo de Solo • Agricultura de Precisão • Produtividade é o nosso alvo Preparo do solo em profundidade variável: quando eficiência operacional vira economia real no campo O preparo do solo segue sendo uma das operações mais custosas da lavoura. Novos estudos mostram que ajustar a profundidade de preparo conforme a real necessidade do solo pode reduzir consumo de combustível, aumentar rendimento operacional e preservar estrutura física. Resumo técnico: nem todo talhão precisa ser trabalhado da mesma forma. Profundidade variável transforma diagnóstico em eficiência. Por que rever o preparo do solo Tradicionalmente, o preparo do solo é realizado de forma uniforme em toda a área, independentemente da variabilidade física existente no perfil do solo. Esse modelo ignora diferenças de compactação, textura e histórico de tráfego. Na prática, isso significa trabalhar mais onde não precisa — e gastar combustível, tempo e máquina sem retorno agronômico proporcional. O que é preparo do solo em profundidade variável O preparo do solo em profundidade variável consiste em ajustar a atuação do implemento conforme a real necessidade de cada área ou faixa do talhão, atuando apenas onde há compactação limitante ao desenvolvimento radicular. Ganhos operacionais e econômicos observados Quando bem aplicado, o sistema entrega ganho duplo: economia direta no custo operacional e melhoria indireta no ambiente radicular. Quando a profundidade variável faz sentido Diagnóstico confiável Uso de ferramentas como penetrômetro, mapas de compactação e histórico de tráfego é essencial para definir onde intervir. Integração com agricultura de precisão A profundidade variável funciona melhor quando conectada a mapas, zonas de manejo e planejamento operacional. Objetivo claro Não é “preparar por preparar”. A decisão deve estar ligada a ganho produtivo, eficiência ou correção pontual. Conclusão técnica O preparo do solo em profundidade variável reforça uma lógica cada vez mais clara no campo: eficiência não está em fazer mais, mas em fazer melhor. Ajustar a operação à real necessidade do solo reduz custos, preserva recursos e melhora a sustentabilidade do sistema produtivo. Quer avaliar se essa estratégia faz sentido na sua área? A Assistec Agrícola atua com diagnóstico de solo, zonas de manejo e planejamento operacional para transformar variabilidade em decisão técnica e resultado. Assistec AgrícolaProdutividade é o nosso alvo.Assistência técnica • Agricultura de precisão • Atendimento em Jataí (GO) e região Referência técnica de contexto: Campo & Negócios — “Estudo aponta como o preparo do solo em profundidade variável gera economia de combustível e ganho operacional”.
Bionematicidas à base de Bacillus: quando faz sentido no manejo de nematoides | Assistec Agrícola

ASSISTEC AGRÍCOLA • Manejo Integrado • Agricultura de Precisão • Produtividade é o nosso alvo Bionematicidas à base de Bacillus: onde entram no manejo de nematoides e como ganhar consistência em campo Nematoides seguem entre os principais limitadores de produtividade em culturas como soja, milho e algodão. Nos últimos anos, soluções biológicas ganharam espaço — e Bacillus vem se consolidando como ferramenta estratégica quando o manejo é bem planejado e bem executado. Mensagem prática: biológico não é “produto milagroso”. É ferramenta de manejo — e resultado aparece quando o sistema está alinhado (diagnóstico, posicionamento e rotina de campo). Por que o tema ganhou protagonismo A adoção de bionematicidas cresce porque o produtor precisa de alternativas eficientes e viáveis dentro de um sistema mais sustentável, com melhor integração ao manejo e maior previsibilidade de resultado. A tendência é de expansão, especialmente em grãos e fibras, com Bacillus aparecendo como destaque nas estratégias de controle e mitigação de perdas. Além do efeito sobre a população de nematoides, a abordagem biológica costuma se encaixar melhor em programas de manejo integrados, combinando rotação, genética, nutrição, posicionamento e monitoramento ao longo da safra. Como Bacillus atua (de forma objetiva) Em termos práticos, o ganho costuma aparecer como melhor estabelecimento, raiz mais funcional e redução da pressão de nematoides ao longo do ciclo, principalmente quando o programa começa cedo e segue consistente. Onde e como posicionar: o que mais pesa no resultado 1) Comece pelo diagnóstico Identifique espécie(s) predominante(s), áreas mais pressionadas e histórico. Sem isso, o manejo vira tentativa e erro. A Assistec recomenda amostragem bem feita e leitura por talhão/ambiente para orientar decisão. 2) Proteja a fase inicial Em muitas situações, o “jogo” é ganho cedo: tratamento de sementes e/ou aplicação no sulco têm maior lógica quando o objetivo é reduzir o impacto inicial sobre as raízes e melhorar o estabelecimento. 3) Compatibilidade e qualidade de aplicação Evite “matar o biológico” no tanque: checar compatibilidade de misturas, ordem de adição, pH/qualidade da água e tempo de calda é decisivo. A eficiência do programa cai quando a aplicação não preserva a viabilidade do produto. 4) Integre ao manejo, não isole Biológico funciona melhor com rotação de culturas, plantas de cobertura, genética adequada, correção e nutrição bem ajustadas. Em áreas de alta pressão, o manejo integrado pode incluir outras ferramentas, inclusive químicas, conforme estratégia técnica. O que esperar (e o que evitar) Quer ajustar seu programa de manejo de nematoides com critério? A Assistec Agrícola pode apoiar com diagnóstico por ambiente, recomendação de posicionamento e acompanhamento técnico para transformar informação de campo em decisão. Assistec AgrícolaProdutividade é o nosso alvo.Assistência técnica • Agricultura de precisão • Atendimento em Jataí (GO) e região Fonte (referência técnica de contexto): Campo & Negócios — “Bionematicidas à base de Bacillus: protagonismo no manejo de nematoides” (publicado em 12/01/2026).
Mapa fecha 2025 com avanços em sustentabilidade, inovação e fortalecimento de cadeias: o que isso sinaliza para 2026

Gestão pública • Sustentabilidade • Inovação • Território O balanço 2025 da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) do MAPA reforça uma direção clara: clima, produtividade e competitividade passam, cada vez mais, por gestão técnica, rastreabilidade e estratégia por território. Publicado: 18/12/2025 Por: Equipe Assistec Agrícola Leitura: 5–7 min Área reservada para a imagem de capa (16:9) • ex.: capa-mapa-sustentabilidade-2025.jpg O MAPA publicou um panorama das entregas da SDR em 2025 destacando ações que conectam sustentabilidade, inovação e desenvolvimento territorial, com foco em governança climática, cadeias produtivas e instrumentos de conectividade no campo. Para o produtor e para quem gerencia fazenda, isso não é “tema institucional”: é sinal do que tende a ganhar força em crédito, exigências de mercado e decisões técnicas em 2026. O que o balanço do MAPA sinaliza Leitura prática: a agenda climática deixa de ser discurso e vira gestão. O recado é objetivo: quem mede, registra e executa bem (solo, carbono, rastreabilidade, conformidade) tende a ganhar eficiência e acesso a oportunidades. Principais frentes destacadas pelo MAPA em 2025 1) Plano ABC+ e governança climática Reorganização nacional, mais participação dos estados, monitoramento com painéis públicos e sistemas de informação para acompanhamento de metas e ações. 2) Agenda internacional e COP30 Ampliação da presença do agro brasileiro em debates de agricultura sustentável e vitrines tecnológicas, com foco em temas como metano, rastreabilidade e financiamento climático. 3) Territorialidade e cadeias produtivas Ações integradas por região, com programas voltados a gestão, assistência técnica, acesso a mercados e fortalecimento de cadeias estratégicas. 4) Certificações e organização produtiva Avanços em instrumentos como selos e certificações, além de plataformas e programas para cooperativismo, qualidade e rastreabilidade. Por que isso importa para a fazenda Recomendações técnicas da Assistec para 2026 Visão de médio prazo A direção é de consolidação: gestão climática, território e instrumentos de rastreabilidade e certificação ganham espaço, enquanto o produtor segue sendo cobrado por eficiência e previsibilidade. Na prática, isso favorece quem trabalha com método: planejamento, registro, execução e ajuste fino. Quer transformar essa agenda em rotina de fazenda? A Assistec ajuda a estruturar diagnóstico, monitoramento e tomada de decisão com agricultura de precisão, para você sair do “genérico” e operar no nível do talhão. Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) — “Mapa avança em sustentabilidade, inovação, territorialidade e fortalecimento das cadeias produtivas” (18/12/2025). Link de referência (gov.br): Abrir notícia
Soja abre 2026 em queda na Bolsa de Chicago: o que puxou o recuo e o que o produtor deve acompanhar

Mercado de Grãos • Soja • CBOT O primeiro pregão útil de 2026 terminou com desvalorização nos futuros da soja na CBOT, em um movimento que recoloca o clima da América do Sul no centro das decisões e exige disciplina na comercialização. Por: Equipe Assistec Agrícola Os preços internacionais da soja iniciaram 2026 sob pressão na Bolsa de Chicago (CBOT), com o mercado reagindo a uma combinação de vendas típicas de virada de ano e à leitura de que a América do Sul entra na etapa decisiva da safra com cenário climático mais favorável no Brasil. :contentReference[oaicite:0]{index=0} Como fechou Chicago no primeiro pregão útil Entre os principais vencimentos, janeiro/26 foi negociado a US$ 10,29/bushel, março/26 a US$ 10,45, maio/26 a US$ 10,58 e julho/26 a US$ 10,72, com perdas de 1 a 2,5 pontos no fechamento reportado. Leitura prática: mesmo quando a variação diária parece “pequena” em Chicago, o efeito combinado de CBOT + dólar + prêmios pode mexer de forma relevante no preço disponível e nos níveis de travas. O que puxou a queda O noticiário do dia destacou que as expectativas de “fundo” para os preços foram frustradas por uma onda de vendas associada ao período de Ano Novo, levando contratos a perderem níveis técnicos importantes. Além disso, o mercado vem reforçando o peso do clima na América do Sul, especialmente com a percepção de condições mais favoráveis no Brasil na segunda quinzena de dezembro — fator que eleva o otimismo com produção e mantém os preços mais “sensíveis” a revisões de safra. Mesmo com melhora recente nas compras chinesas, a leitura predominante segue sendo de que o foco migra para clima e potencial produtivo na região, com o Brasil exercendo influência direta sobre o sentimento do mercado. O que isso muda para o produtor no Brasil 1) Comercialização vira jogo de risco Quando o mercado entra em “modo clima” (Brasil/Argentina), é comum ver sessões de ajuste rápido. Sem estratégia, o produtor fica exposto ao pior momento de preço. 2) Janela de fixação precisa ser escalonada Movimentos técnicos e notícias de safra podem mudar o tom em poucos pregões. Escalonar trava e meta de venda costuma reduzir arrependimento e melhorar média. Recomendações práticas da Assistec Quer transformar mercado em plano? A Assistec pode apoiar com leitura de cenário, acompanhamento da safra e tomada de decisão com base em dados — do talhão até a estratégia de comercialização. Fonte: Notícias Agrícolas — “Soja encerra primeiro pregão de 2026 se desvalorizando na Bolsa de Chicago” (publicado em 02/01/2026). :contentReference[oaicite:5]{index=5} Referência: Notícias Agrícolas (link)