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Alysson Paolinelli pode ser o Nobel da Paz na agricultura depois de 50 anos

Alysson Paulinelli é um daqueles brasileiros que leva orgulho a todo o setor do agronegócio e para qualquer um que o conheça. Um mineiro, natural de Bambuí que desde muito cedo se dedicou aos estudos, à pesquisa e à ciência. Aos 38 anos assumiu o Ministério da Agricultura, no governo Geisel com a missão de desenvolver a agricultura no país que importava alimentos para sua população.

Toda a mobilização começou ainda no início do ano quando o setor da agricultura deu largada para a indicação de seu nome ao prêmio que é um dos criados pelo sueco Alfred Nobel (o primeiro foi entregue em 1901). Parece que está dando certo e nesta última semana do ano criou uma euforia de esperança e orgulho.

Falar de Paolinelli é falar de um homem de olhar manso, voz serena, e um sorriso que parece abraçar quando ele chega cumprimentando o público que se faz presente. Tratar do agro com ele é como ver o produtor rural ser enaltecido com todas as honrarias com argumentos que ninguém rebate.

Eu tive o privilégio de entrevista-los em algumas oportunidades e vê-lo dizer que o agricultor é o maior conservacionista e recuperador de solos do mundo. “Quer uma prova? Olhe o que era o Cerrado antes e o que ele é hoje!”, palavras do mestre, sempre Ministro da Agricultura.

O seu trabalho junto a Embrapa foi fundamental no desenvolvimento da agricultura em todas as regiões do país e hoje quando o pergunta sobre como se sente com a indicação, ele em sua humildade, diz que quem merece o prêmio é o agricultor, é a agricultura brasileira.

Mas sim, ele tem tudo a ver com isso. Durante sua gestão à frente do Ministério ele criou 26 unidades/representações de pesquisa da Embrapa e foi por aí, que os avanços, ocorreram a preservação e conservação do meio ambiente no Brasil.

Hoje o Brasil, através de cerca de vinte instituições, num coro de milhões de produtores rurais e outros profissionais gritam que Alysson Paolinelli merece sim um Nobel da Paz! Afinal, lá quando esse Mineiro ocupou o ministério o Brasil tinha déficit comercial na balança de alimentos e hoje tem saldos super positivos.

Por: Fabélia Oliveira

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