O custo do defensivo vai depender de duas coisas que o produtor não controla
O Brasil AgrochemShow 2026 reuniu mais de mil participantes em São Paulo para discutir o futuro dos agroquímicos, e dois temas dominaram a pauta: a revisão regulatória da Anvisa e a dependência do fornecimento chinês. Juntos, eles definem o que vai acontecer com o preço, a disponibilidade e o uso dos defensivos na sua lavoura — e nenhum dos dois está no seu campo de decisão.
Anvisa: critérios de toxicologia e limites de resíduo em revisão
A gerente da Anvisa, Adriana Torres de Souza, apresentou os novos critérios de toxicologia e limites de resíduos que passam a valer no registro de defensivos, num setor que também enfrenta crescente judicialização. Para o produtor, o recado prático é que os limites de resíduo tendem a ficar mais apertados. Isso pesa direto na comercialização, principalmente para quem exporta ou fornece para cadeias com exigência de rastreabilidade: resíduo acima do limite não é só multa, é carga recusada.
China: a matéria-prima que decide o preço na sua nota
O especialista Zhang Jinlong analisou a estabilidade do fornecimento de matérias-primas e intermediários vindos da China. Como boa parte dos ingredientes ativos e intermediários usados no Brasil tem origem chinesa, qualquer instabilidade nessa cadeia — logística, câmbio ou política comercial — chega ao produtor em forma de preço mais alto e prazo de entrega incerto. Planejar a compra de defensivo com antecedência deixou de ser zelo e passou a ser gestão de risco.
Aplicar mais não é aplicar melhor
Com resíduo mais controlado e custo pressionado, a resposta não é aplicar mais para garantir — é aplicar no momento certo, na dose certa e só quando o alvo justifica. A tecnologia de aplicação foi tema do professor Marcelo Ferreira, da Unesp, no evento, e a lógica é simples de traduzir para a fazenda:
- Monitorar a praga e a doença para agir no limiar econômico, não no susto.
- Aplicar na janela biológica correta, quando o produto entrega o máximo de controle.
- Reduzir aplicações desnecessárias — o que corta custo e ajuda a manter o resíduo dentro do limite.
Onde a Assistec entra nessa conta
É exatamente esse o papel do Alvo Check: monitorar a lavoura de perto para que cada aplicação seja uma decisão técnica, e não um reflexo. Em vez de calendário fixo, você aplica quando o monitoramento mostra que vale a pena — economizando defensivo caro e mantendo o resíduo sob controle para não travar a comercialização. Num cenário de regra mais dura e insumo importado mais incerto, a precisão na aplicação virou uma das poucas alavancas de custo que ainda estão na sua mão.
Quer trocar o calendário de aplicação pelo monitoramento que decide na hora certa? Fala com a gente e leva o Alvo Check para a sua área.
@assistecagricola